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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

NOITE VIVA


A ver.
 
No Teatro Aberto. 

Com base num texto do dramaturgo Conor MacPherson, João Lourenço, Vera San Payo de Lemos e Nuno Neves montaram um espectáculo simultaneamente de teatro e cinema.

No início, em filme, Tomás assiste aos maus tratos infligidos por Carlos a Ana perto de um bar. Ela fica  abandonada, Tomás tenta socorrê-la, Ana pede-lhe para não a levar ao hospital, ele transporta-a para casa e entram em palco - o cenário é a garagem da casa de Maurício, onde o sobrinho (Tomás) vive.

Tomás (na casa dos sessenta), separado da mulher e dos filhos, vive de biscates que vão surgindo, nos quais é ajudado pelo amigo Doc, que tem uma ligeira deficiência e, abandonado pela família, vive entre a rua e a garagem de Tomás.

A história é contada alternadamente entre o palco (onde intervêm Tomás, Ana, Maurício, Doc e Carlos) e a tela (onde, além destes, nos surgem outras personagens).

Tudo se passa à noite: teatro e cinema. A noite como espaço de violência, de amor e de esperança.






quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

A VIDA


O filme "A Vida é Bela" é um dos "meus" filmes: retive, entre outros aspectos, duas ideias fundamentais.

A primeira, a relação entre o humor e o poder, maxime o poder autoritário ou totalitário. O poder não tem sentido de humor e não gosta do sentido do humor. Recordemos, a este propósito, outro filme: "O Nome da Rosa", baseado no romance de Umberto Eco.

A segunda ideia tem que ver com algo que muitos, mais ou menos vezes, já sentimos ser: sacerdotes de uma religião em que não acreditamos. Quando, no filme, o pai retrata ao filho a realidade de um campo de concentração como se de um jogo divertido se tratasse, qual o pai que não sentiu ter feito diversas vezes o mesmo (e bem, como o pai do filme)?

Seguidamente, a cena acabada de referir e a cena final, em que, após a morte do pai (desconhecida do filho), este pensa ter ganho o jogo e recebido o respectivo prémio.




sábado, 11 de fevereiro de 2012

PARIS, TEXAS


A beleza da música de Ry Cooder na abertura de "Paris, Texas" de Wim Wenders.
Há 28 anos!

sábado, 1 de outubro de 2011

ALICE

Mais uma vez a música (de Bernardo Sassetti) de um filme (Alice).

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

TRAMAGAL

O meu «Paris, Texas».



quinta-feira, 17 de março de 2011

OUT OF AFRICA

Um dia voltarei a este filme de 1985, baseado no romance de Isak Dinesen, pseudónimo de Karen Blixen, realizado por Sydney Pollack, com Meryl Streep, Robert Redford e Klaus Maria Brandauer, a música inesquecível de John Barry, cinco óscares (melhor filme, realizador, argumento adaptado, direcção artística, fotografia, som e música original) e duas nomeações (melhor actriz principal e actor secundário).

Por hoje, uma das cenas cinematográficas que ficará, para sempre, na minha memória,




e uma homenagem ao recentemente falecido John Barry.




quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

YOUR WORLD IS NOTHING MORE THAN ALL THE TINY THINGS YOU´VE LEFT BEHIND

Gran Torino: o meu filme de 2009; o melhor filme que vi nos últimos anos.

Voltarei a ele.

Por agora, a canção-tema do filme (da autoria de Clint Eastwood, Jamie Cullum, Kyle Eastwood e Michael Stevens), interpretada por Jamie Cullum.













Realign all the stars above my head

Warning signs travel far

I drink instead on my own oh! how I´ve known

The battle scars and worn out beds


Gentle now a tender breeze blows

Whispers through a Gran Torino

Whistling another tired song

Engines humm and bitter dreams grow

Heart locked in a Gran Torino

It beats a lonely rhythm all night long


These streets are old they shine

With the things I´ve known

And breaks through the trees

Their sparkling

Your world is nothing more than all the tiny things you´ve left behind


So tenderly your story is

Nothing more than what you see

Or what you´ve done or will become

Standing strong do you belong

In your skin; just wondering


Gentle now a tender breeze blows

Whispers through the Gran Torino

Whistling another tired song

Engines humm and bitter dreams grow

A heart locked in a Gran Torino

It beats a lonely rhythm all night long


May I be so bold and stay

I need someone to hold

That shudders my skin

Their sparkling

Your world is nothing more than all the tiny things you´ve left behind


So realign all the stars above my head

Warning signs travel far

I drink instead om my own oh! how I´ve known

The battle scars and worn out beds


Gentle now a tender breeze blows

Whispers through the Gran Torino

Whistling another tired song

Engines humm and better dreams grow

Heart locked in a Gran Torino

It beats a lonely rhythm all night long

It beats a lonely rhythm all night long

It beats a lonely rhythm all night long

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

ENNIO MORRICONE

No passado dia 10 completou 81 anos o extraordinário compositor Ennio Morricone. Conheci-o através de três das famosas bandas sonoras que compôs para inúmeros filmes. Refiro-me à música dos filmes "Era uma vez na América" (1984), "A Missão" (1986) e "Cinema Paraíso" (1988).











http://www.enniomorricone.com/

sábado, 12 de setembro de 2009

CUCURRUCUCÚ PALOMA

Uma bonita canção interpretada por Caetano Veloso no filme "Hable con Ella" (2002), de Pedro Almodóvar.Uma excelente interpretação num excelente filme. Como curiosidade, a presença de Pina Bausch, recentemente falecida.



Cucurrucucú Paloma

Dicen que por las noches
No más se le iba en puro llorar
Dicen que no comia
No mas se le iba en puro tomar
Juran que el mismo cielo
Se extremecia al oir su llanto
Como sufria por ella
Que hasta en su muerte la fue llamando
Ay, ay, ay, ay, ay
Cantaba
Ay, ay, ay, ay, ay
Gemia
Ay, ay, ay, ay, ay
Cantaba
De pasión mortal moria
Que una paloma triste
Muy de mañana le vá a cantar
A la casita sola
Con sus puertitas de par en par
Juran que esa paloma
No és otra cosa mas que su alma
Que todavia la espera
A que regrese la desdichada
Cucurrucucú
Paloma
Cucurrucucú
No llores
Las piedras jamás
Paloma
Que van a saber
De amores