domingo, 1 de setembro de 2019
terça-feira, 16 de julho de 2019
VIDA
terça-feira, 25 de junho de 2019
HÁ NOITES FELIZES
HÁ NOITES FELIZES
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
domingo, 17 de setembro de 2017
EPC
Foi um dos intelectuais que marcaram a minha formação.
quinta-feira, 15 de junho de 2017
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
terça-feira, 29 de novembro de 2016
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
sábado, 15 de outubro de 2016
DO
Orçamento do Estado
Cão do Ricardo
Não orçamento de Estado
Não cão de Ricardo
E para não esquecê-lo
Lembrar que é imposto do selo
Não imposto de selo
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
MAIS DE MIL DIAS DEPOIS
Alguém (Mark Twain?) terá dito que deixava de fumar 20 ou 30 vezes por dia.
Também haverá quem fume de 4 em 4 anos.
E quem diz fumar diz publicar mensagens num blogue.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
NA PISCINA
sexta-feira, 1 de junho de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
CRÉDULOS E INCRÉDULOS
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
quinta-feira, 28 de julho de 2011
CAUSALIDADES
sexta-feira, 1 de julho de 2011
VICTOR CUNHA REGO (1933-2000)
*
(...)
« (...)
É impossível globalizar o que é diferente e, mais, é antagónico. A Malásia não é a Hungria, o Brasil não é a Índia, a Alemanha não é a China, o Japão não é a Rússia, o Chile não é o Egipto.
E, após a leitura desta referência a Job, não posso deixar de assinalar a coincidência (cósmica) da recente estreia, em Portugal, do último filme de Terrence Malick, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, A Árvore da Vida, que começa precisamente com uma citação do Livro de Job (38 - 4, 7): «Onde estavas tu quando lancei os fundamentos da Terra? (...) entre as aclamações dos astros da manhã e o aplauso de todos os filhos de Deus?
quarta-feira, 29 de junho de 2011
VICTOR CUNHA REGO (1933-2000)

Victor Cunha Rego (VCR) foi jornalista, exilado político (no Brasil, Argélia, Jugoslávia e Itália), político (fundador do Partido Socialista, chefe de gabinete de Mário Soares, secretário de Estado, apoiante da Aliança Democrática), director do Diário de Notícias, criou a editora Perspectivas & Realidades, foi embaixador em Espanha, presidente da RTP, primeiro director do Semanário.
No período final da vida, foi cronista diário na última página do Diário de Notícias, entre 1992 e 1999.
Não conheci ninguém que no jornalismo que conseguisse dizer tanto, e tão bem, em tão pouco espaço.
A clareza, a concisão, a estrutura textual, a riqueza de conteúdo, o brilhantismo da linguagem e a lucidez fascinavam-me diariamente.
A sensação, quando se lia, era a de que (tal como nas notas de Mozart) não havia palavras a mais nem a menos.
Não foi o primeiro nem o último a arriscar a crónica diária: já referi, na mensagem de 21 de Janeiro de 2010, Augusto Abelaira, no Século; depois de VCR, Eduardo Prado Coelho também aceitou esse desafio, no Público, com a crónica O Fio do Horizonte.
Nesta mensagem e na próxima reproduzirei, a título ilustrativo, algumas passagens das referidas crónicas que, hoje, doze, catorze, dezanove anos depois, acrescentam, às qualidades já referidas, mais duas que VCR possuía: a clarividência de ver (e analisar e expor) o que fica depois de tudo o que passa e a capacidade de previsão própria de quem tem aquela lucidez.
Era um homem que (referiu-o numa entrevista) gostava de visitar cemitérios.
(...) começa a haver razões para crer que os actuais líderes políticos europeus, cujo pensamento se desconhece, ao contrário do que sempre sucedera na Europa, saibam dos crimes que a actual mentira global comporta.
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«Ainda ninguém, entre os políticos, nos disse a verdade (...). Ninguém nos disse que o emprego deixou de ser um direito garantido e o crescimento deixou de ter taxas asseguradas. Tudo depende agora das empresas e das suas relações competitivas. Vivemos uma revolução, mas, como o sistema de direitos europeus ainda não desabou, pensamos estar a viver uma evolução.
E tão irracional quanto o que se omite é despudorado.»
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