terça-feira, 27 de março de 2018

DIREITO DO TRABALHO - CONTRATAÇÃO COLECTIVA: Edição III - Tipologia de convenções colectivas.



Todas as quartas-feiras, às 08.25, 18.25 e 21.25, em https://ntradio.pt/, e, posteriormente, em podcast, em https://ntradio.pt/shows/direito-do-trabalho/

                                                      Foto de Charles C. Ebbets

DIREITO DO TRABALHO - CONTRATAÇÃO COLECTIVA: Edição II - A contratação colectiva como especificidade do Direito do Trabalho; respectiva consagração constitucional.



Todas as quartas-feiras, às 08.25, 18.25 e 21.25, em https://ntradio.pt/, e, posteriormente, em podcast, em https://ntradio.pt/shows/direito-do-trabalho/

                                                      Foto de Charles C. Ebbets

DIREITO DO TRABALHO - CONTRATAÇÃO COLECTIVA: Edição I - Introdução. Noção de Direito do Trabalho. A evolução histórica do Direito do Trabalho e o surgimento da contratação colectiva.


A convite e na companhia de Pedro Santos, comecei, no passado dia 10 de Janeiro, a apresentar, na "NTR-Network Radio", a rubrica "Direito do Trabalho - Contratação Colectiva".

Trata-se de uma rubrica semanal, com a duração de cerca de 5 a 10 minutos, que se manterá durante algumas dezenas de semanas.


Foto de Charles C. Ebbets

Todas as quartas-feiras, às 08.25, 18.25 e 21.25, em https://ntradio.pt/, e, posteriormente, em podcast, em https://ntradio.pt/shows/direito-do-trabalho/

Já ocorreram as primeiras 9 edições.

As emissões serão divulgadas também neste blogue através de uma publicação por emissão - nesta publicação, a primeira edição: https://soundcloud.com/user-525943972/direito-do-trabalho-edicao-1

terça-feira, 13 de março de 2018

JUAN AMBROSIO


Tive a graça de ter tido Juan Ambrosio como formador, nos últimos dois anos.

Juan Ambrosio é mestre em Teologia e assistente da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa.

Foi um dos melhores docentes que tive na vida.

Deixo aqui, neste dia significativo, o vídeo do programa "Ecclesia" em que Juan Ambrosio fala sobre a exortação apostólica "Amoris laetitia" e, a esse propósito, do "programa" do pontificado do Papa Francisco subjacente a esse documento, à exortação apostólica "Evangelii Gaudium", à encíclica "Laudato si" e ao Jubileu extraordinário da Misericórdia.



terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

NOITE VIVA


A ver.
 
No Teatro Aberto. 

Com base num texto do dramaturgo Conor MacPherson, João Lourenço, Vera San Payo de Lemos e Nuno Neves montaram um espectáculo simultaneamente de teatro e cinema.

No início, em filme, Tomás assiste aos maus tratos infligidos por Carlos a Ana perto de um bar. Ela fica  abandonada, Tomás tenta socorrê-la, Ana pede-lhe para não a levar ao hospital, ele transporta-a para casa e entram em palco - o cenário é a garagem da casa de Maurício, onde o sobrinho (Tomás) vive.

Tomás (na casa dos sessenta), separado da mulher e dos filhos, vive de biscates que vão surgindo, nos quais é ajudado pelo amigo Doc, que tem uma ligeira deficiência e, abandonado pela família, vive entre a rua e a garagem de Tomás.

A história é contada alternadamente entre o palco (onde intervêm Tomás, Ana, Maurício, Doc e Carlos) e a tela (onde, além destes, nos surgem outras personagens).

Tudo se passa à noite: teatro e cinema. A noite como espaço de violência, de amor e de esperança.






sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

NO CAFÉ


A: Durante muito tempo pensei: o que distingue o sonho da realidade é a inverosimilhança, a incoerência, a ilogicidade de alguns sonhos.

B:

A: Mais tarde, descobri que a realidade nem sempre é verosímil, coerente, lógica.

B: Concluíste que não há diferença...

A: Não. A diferença é que do sonho acordamos e da realidade não.

B: Tens a certeza de que não acordamos?

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

POR ESTE RIO ACIMA


De volta à musica, com uma música inesquecível de um dos melhores discos do último quartel do século XX (1982), baseado na Peregrinação de Fernão Mendes Pinto.




O barco vai de saída
Adeus ao cais de Alfama
Se agora vou de partida
Levo-te comigo ó cana verde
Lembra-te de mim ó meu amor
Lembra-te de mim nesta aventura
P'ra lá da loucura
P'ra lá do Equador

Ah mas que ingrata ventura
Bem me posso queixar
da Pátria a pouca fartura
Cheia de mágoas ai quebra-mar
Com tantos perigos ai minha vida
Com tantos medos e sobressaltos
Que eu já vou aos saltos
Que eu vou de fugida

Sem contar essa história escondida
Por servir de criado dessa senhora
Serviu-se ela também tão sedutora
Foi pecado
Foi pecado
E foi pecado sim senhor
Que vida boa era a de Lisboa


Gingão de roda batida
corsário sem cruzado
ao som do baile mandado
em terras de pimenta e maravilha
com sonhos de prata e fantasia
com sonho da cor do arco-íris
desvairas se os vires
desvairas magias

Já tenho a vela enfunada
marrano sem vergonha
judeu sem coisa nem fronha
vou de viagem ai que largada
só vejo cores ai que alegria
só vejo piratas e tesouros
são pratas, são ouros,
são noites, são dias

Vou no espantoso trono das águas
vou no tremendo assopro dos ventos
vou por cima dos meus pensamentos
arrepia
arrepia
e arrepia sim senhor
que vida boa era a de Lisboa


O mar das águas ardendo
o delírio do céu
a fúria do barlavento
arreia a vela e vai marujo ao leme
vira o barco e cai marujo ao mar
vira o barco na curva da morte
e olha a minha sorte
e olha o meu azar

e depois do barco virado
grandes urros e gritos
na salvação dos aflitos
estala, mata, agarra, ai quem me ajuda
reza, implora, escapa, ai que pagode
rezam tremem heróis e eunucos
são mouros são turcos
são mouros acode!

Aquilo é uma tempestade medonha
aquilo vai p'ra lá do que é eterno
aquilo era o retrato do inferno
vai ao fundo
vai ao fundo
e vai ao fundo sim senhor
que vida boa era a de Lisboa